Sou cozinheiro paulistano, formado em cozinhas de restaurante em Lisboa e em Lima antes de voltar ao Brasil. Há oito anos cozinho só para mesas privadas: nunca mais de vinte e quatro pessoas, sempre com o cardápio escrito para aquela noite.
Pouco ingrediente, muita atenção. Tiro do prato o que distrai para sobrar o que se sente, não só o que se vê.
Minha assinatura se apoia em três valores
Trato cada mesa como se fosse a minha. Escuto antes de propor, e só proponho o que sei entregar.
Cozinho o que a terra está dando agora. Tomate em julho, não. Pitanga em novembro, sim.
O melhor serviço é o que ninguém percebe. A conversa na mesa é mais importante que a cozinha.
Uma seleção de mesas
e experimentos
2016 a 2026